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Qua, 25 de Janeiro de 2012 21:49 |
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O mercado de software de business analytics (BA) deve atingir US$ 33,9 bilhões neste ano, o que representará expansão de 8,2% em relação a 2011, de acordo com projeção da IDC. A estimativa da consultoria tem como base o desempenho do setor no ano passado, obtido nos 12 segmentos dentro da área de bussiness analytics, em 49 países.
Cinco segmentos de BA contribuíram para a obtenção de receita superior a US$ 1 bilhão no ano passado: análise e consulta ao usuário final, gestão de data warehouse, aplicações de perfomance financeira, gerenciamento do relacionamento com o cliente (CRM) e geração de data warehouse. Eles foram responsáveis por 73% do mercado de BA, com crescimento anual de 13,8%.
De acordo com a IDC, os Estados Unidos foram a região responsável pela maior demanda, com 44% de participação do mercado. O país deve continuar tendo um peso importante no crescimento da indústria do setor neste ano, projetado a 8,6%. As melhores oportunidades, entretanto, estão nas regiões da Ásia-Pacífico – com exceção do Japão –, leste e centro europeu, Oriente Médio, África e América Latina. Segundo a consultoria, essas regiões devem registrar "sólido crescimento de dois dígitos" neste ano, puxando a expansão do setor como um todo.
A pesquisa também ressaltou a liderança da Oracle, especialmente no primeiro semestre do ano passado, com 20% de participação global e expansão de 17,9%. As rivais SAP, IBM e Microsoft tiveram crescimento de dois dígitos e consolidaram a competitividade em BA – 14 empresas ultrapassaram US$ 100 milhões em receita apenas no primeiro semestre no ano passado
Fonte: tiinside. |
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Seg, 12 de Dezembro de 2011 12:15 |
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Pesquisa identificou pilares para a implementação de processos analíticos, como cultura orientada a dados e competência em gerenciamento da informação.
A pesquisa “Processos Analíticos: A Divisão Crescente”, realizada pela área de consultoria da IBM, em parceria com o MIT Sloan Management Review, aponta que desafios organizacionais, muito mais do que dificuldades tecnológicas, representam empecilhos para que as empresas integrem processos analíticos plenamente em seus ambientes de negócios.
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Qui, 08 de Dezembro de 2011 09:06 |
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Com dados estratégicos, os empresários têm a possibilidade de projetar rapidamente centenas de estimativas para subsidiarem seus projetos e programas de novos negócios.

Muitas empresas ainda não se deram conta de que crescimento e prosperidade estão cada dia mais interligados a duas letras: BI (Business Intelligence). Imprescindíveis para quem quer fazer a diferença, esse sistema, sendo bem utilizado, é capaz de otimizar ações, como o alinhamento de estratégias, o gerenciamento de crises, os planos de expansão, entre outras.
O conceito surgiu há 12 anos, mas tem ganhado importância nos últimos cinco, pela sua capacidade de planejamento e de gerar conhecimento. No contexto atual, em que as companhias competem globalmente, esta habilidade de aprender com os próprios erros e corrigi-los a tempo, se torna um instrumento de importante valor. Com sofisticados relatórios em mãos é possível, por exemplo, descobrir o comportamento dos clientes que ligam para os call centers. Tendo a capacidade de unir situações tão abrangentes é possível visualizar melhor o cenário e traçar uma estratégia mais consistente.
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Sex, 02 de Dezembro de 2011 08:16 |
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Mais de 30% dos executivos latino-americanos afirmam que suas empresas não têm uma estratégia eficaz para analisar informações estratégicas.
A HP realizou uma pesquisa global que revela os desafios que as organizações enfrentam no gerenciamento de informações corporativas e a necessidade de soluções de otimização de informações para gerar vantagens competitivas. A pesquisa ouviu 554 executivos ao redor do mundo e incluiu também profissionais do Brasil e do México.
A pesquisa conduzida pela Coleman Parkes Research, em nome da HP, revelou que as organizações não possuem estratégias de análise de informações eficientes em andamento para conseguir a visão necessária e tomar suas decisões comerciais.
Quase 50% dos executivos de negócios e de tecnologia indicaram que não possuem estratégias de informação eficientes que englobam os silos organizacionais, tecnologia e funções de negócios estratégicas. Além disso, apenas 2% dos executivos disseram que sua organização de TI pode fornecer imediatamente as informações necessárias para adquirir a visão necessária para gerar resultados comerciais assertivos em todos os momentos.
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Seg, 03 de Outubro de 2011 16:15 |
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Em entrevista a Fast Company (www.fastcompany.com), Marissa Mayer, Vice Presidente da Google Inc. fala sobre os nove princípios de inovação adotados pela Google e fornece valiosas informações sobre sua política empresarial e sobre algumas das razões para o seu inigualável sucesso.
1. Inovação e não a perfeição instantânea
Trata-se de uma escolha difícil. Lançar um produto antes que ele esteja perfeito e ser o primeiro a comercializá-lo, ou gastar meses no seu aperfeiçoamento e se arriscar a um fracasso quando lançado no mercado?
A Google optou por não esperar pela perfeição e lançar logo seus produtos. Usa as reações do mercado para refinar seus produtos de acordo com as reais necessidades dos usuários.
2. Idéias vêm de toda parte
A Google espera que todos tenham idéias: executivos, gerentes, empregados e usuários. A empresa mantém um fórum interno permanente e encoraja os empregados a publicar novas idéias e submetê-las aos seus colegas para análise e melhoria. As melhores idéias são votadas e sobem para o topo da lista. Os comentários dos colegas levam a novas e melhores idéias.
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