O BI da Coca-Cola

Demonstrando a tendência de utilização de BI, uma das palestras mais aguardadas do evento (XIV Conferência Anual Futuro da TI) foi a de Justin Honaman, diretor da divisão Customer Business Solutions (CBS) da CocaCola, que apresentou o painel 'Viabilizando a gestão do cliente por meio de Business Intelligence' para mostrar como o BI ajudou a companhia a otimizar processos e melhorar a produtividade.

O objetivo da empresa ao adotar a solução (o projeto teve início em 2003, nos EUA, com a adoção do BI da MicroStrategy e de data warehouse da Teradata) era consolidar as informações de vendas, para que fossem gerados relatórios estratégicos de cada cliente. Segundo ele, 72 engarrafadores (canais de venda) no País atendem às demandas dos varejistas utilizando uma solução única com O data warehouse centralizado. "Antes, cada um possuía e gerenciava suas próprias informações analíticas, o que dificutava a análise de desempenho", disse.

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Rumo ao sucesso

Passos que levam a um projeto de BI bem sucedido:
  • Documentação de todas as etapas, desde o embasamento até a proposta;
  • Definição de objetivos e do escopo do projeto;
  • Mapeamento do histórico corporativo;
  • Definição de requerimentos;
  • Coleta de casos de sucesso;
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Business Intelligence como diferencial competitivo

Como escrito em artigos anteriores, Pessoa Jurídica define corretamente as organizações empresariais, pois, assim como as pessoas físicas, cada uma tem seus valores e sua cultura. Diante do exposto, muito poucas vezes um sistema, modelo, prática ou metodologia de gestão, seja ela com foco maior em estratégia ou operacional, será capaz de enquadrar-se exatamente nas características e necessidades específicas de sua organização. 

No contexto anterior é que desejo escrever sobre BI (Business Intelligence), pois, assim acredito que funcione o mundo dos negócios, onde a tecnologia deve ser cada vez mais maleável as necessidades do usuário final e servindo sempre de inteligência para tomada de decisões, muito particulares a cada situação e indivíduo seja ela Pessoa Física ou Jurídica. 

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e-Commerce

O comércio eletrônico engloba todas as transações comerciais efetuadas por um negócio, com o objetivo de atender diretamente todos os seus clientes, utilizando para tanto as facilidades de comunicação e de transferência de dados mediadas pela internet. O processo para que uma empresa tenha o seu próprio comércio eletrônico é simples: basta que seja uma empresa legalizada.

O comércio eletrônico assemelha-se muito às vendas por catálogo ou por telemarketing: ambos extraem sua principal força comercial do fator comodidade! Mas o e-commerce possui outras vantagens:

  • o seu negócio está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana;
  • baixo tempo de entregas das encomendas;
  • facilidade no acesso a novos mercados e clientes, com reduzido esforço financeiro;
  • a vantagem competitiva das grandes empresas para as pequenas é menor;
  • contato permanente com todas as entidades do processo: as interações são mais rápidas, diminuindo os custos relacionados com a comunicação;
  • conhecimento constante do perfil dos clientes, seus hábitos e regularidade de consumos;
  • antecipação das tendências de mercado, além da disponibilidade permanente de relatórios sobre os produtos mais visualizados e das áreas mais navegadas;
  • rapidez na divulgação de novos produtos ou promoções;
  • e muitas outras!
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Manifesto Ágil

Há alguns anos, um grupo de profissionais veteranos na área de software decidiu reunir-se em uma estação de ski, nos EUA, para discutir formas de melhorar o desempenho de seus projetos.

Embora cada envolvido tivesse suas próprias práticas e teorias sobre como fazer um projeto de software ter sucesso, cada qual com as suas particularidades, todos concordavam que, em suas experiências prévias, um pequeno conjunto de princípios sempre pareciam ter sido respeitados quando os projetos davam certo. Com base nisso eles criaram o Manifesto para o Desenvolvimento Ágil de Software, frequentemente chamado apenas de Manifesto Ágil, e o termo Desenvolvimento Ágil  passou a descrever abordagens de desenvolvimento que seguissem estes princípios, que são apresentados a seguir:

Estamos descobrindo maneiras melhores de desenvolver software fazendo-o nós mesmos e ajudando outros a fazê-lo. Através desse trabalho, passamos a valorizar: 

  • Indivíduos e interação entre eles mais que processos e ferramentas
  • Software em funcionamento mais que documentação abrangente
  • Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos
  • Responder a mudanças mais que seguir um plano

Ou seja, mesmo havendo valor nos itens à direita, valorizamos mais os itens à esquerda."

http://agilemanifesto.org/iso/ptbr/

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DBA x DA

Administração de Bancos de Dados (DBA)
Vs
Administração de Dados (DA)

Cabe à administração de dados (AD) - guiada por certos princípios e através de atividades de planejamento, organização e controle dos dados corporativos - gerenciar dados como recursos de uso comum da Empresa, promovendo-lhes os valores de autenticidade, autoridade, precisão, acessibilidade, seguridade e inteligibilidade.

O AD tem como missão o planejamento central, a documentação e o gerenciamento dos dados a partir da perspectiva de seus significados e valores para a Organização como um todo.

O objetivo principal da administração de dados é planejar, documentar, gerenciar e integrar os recursos de informação corporativos. Esta integração pode ser alcançada através de uma combinação de perfis refinados e técnicas apropriadas, uso apropriado das ferramentas de Administração de Dados tais como um repositório de metadados e produtos de modelagem CASE, e estruturas de dados logicamente desenhadas.

A função de AD diferencia-se da função de Administração de Banco de Dados (DBA) porque se dedica mais aos dados em si do que aos meios físicos onde são armazenados, acessados e distribuídos. Na verdade, há um enfoque maior nas informações constantes nos dados.

Segurança acima de tudo O DBA tem a responsabilidade de projetar o armazenamento de dados de forma a atender às necessidades de acesso, sempre tendo em vista o modelo conceitual de dados (que incorpora as necessidades atuais e futuras do negócio).

Segurança acima de tudo O Processo de normalização representa um ponto de contato entre as duas responsabilidades (AD e DBA). A Administração de Dados descobre as dependências funcionais dos dados e fornece à administração de banco de dados um modelo lógico completamente normalizado. O DBA, entretanto, no processo de implementação, poderá descobrir que os dados refletem dependências funcionais adicionais não descobertas durante a modelagem lógica, ou que a implementação física requer passar por cima das regras de integridade referencial. A normalização, portanto, desempenha papéis diferentes nos dois processos de modelagem, e tem que ser coordenada pelas duas funções (AD e DBA).

Então, a Administração de Dados (AD) atua para:

  • obter um melhor conhecimento do contexto de negócio, foco do projeto;
  • projetar adequadamente a base de dados;
  • permitir o compartilhamento dos dados e a integração dos sistemas;
  • contribuir para a unificação da visão que a empresa tem dos dados.

Enquanto a Administração da Base de Dados (DBA) atua para garantir:

  • Recuperação (Recoverability) - Criando e testando Backups. A medida de facilidade e tempo para reparar instalações para o estado operacional.
  • Integridade – Verificando ou ajudando a verificar a integridade dos dados.
  • Segurança – Definindo controle de acesso aos dados.
  • Disponibilidade (Availability) – Oferecendo o máximo de uptime (serviço no ar)
  • Desempenho – Normalizando, indexando, fazendo tunning, etc.
  • Suporte ao Desenvolvimento e Testes – Ajudando aos programadores, analistas e engenheiros a utilizar com eficiência o banco de dados.

A coordenação do conhecimento de administração de dados e administração de banco de dados, seus talentos, papéis e responsabilidades irão capacitar a organização a atingir a meta do gerenciamento adequado de seus recursos de informação.

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