33 sites que farão de você um gênio

Nada mais precioso do que saber o caminho do conhecimento

Não é nenhuma novidade que a web é, virtualmente, um poço infinito de informação e conhecimento. Pode-se dizer, sem correr o risco de dar um chute muito longe, que praticamente todo o conteúdo produzido pela humanidade está, de uma forma ou de outra, convertido em dados digitais, acessíveis a quem quiser.

O problema é saber quais caminhos percorrer para chegar até esse conhecimento. Afinal, também não é novidade alguma que o efeito de ter tanta informação acessível de forma tão rápida e gritante é, justamente, a dificuldade de se separar o joio do trigo.

E, se tem uma coisa que aprendi nessa vida como produtor de conteúdo, é o valor de se saber quais caminhos percorrer nessa busca.

E, posso dizer, com convicção, que saber quais são os melhores canais para achar conhecimento, nessa época tão repleta de ruído, é ouro.

Esse texto encontrei no Medium, escrita por Thomas Oppong. Aqui embaixo vai a lista dele que traduzimos na íntegra. Todos os links estão em inglês, mas alguns sites possuem legendas e/ou versões dos cursos em português, como o Coursera ou o TED. 

Acho que vale muito complementar com bons links brasileiros e/ou em português nos comentários. E aí, você começa?

33 sites que farão de você um gênio

A web cada vez mais se torna um recurso poderoso que pode facilmente nos ajudar a aprender algo novo todos os dias. E os sites fantásticos listados abaixo são tudo que você precisa.

“Não tenho nenhum talento especial, só tenho paixão em minha curiosidade.” – Albert Einstein

Há uma boa chance que você seja capaz de aplicar pelo menos uma dessas ferramentas de aprendizado e acabar se tornando uma pessoa melhor do que era ano passado. Estes são alguns dos melhores sites que o deixarão mais inteligente dia após dia.

1. BBC — Future— O deixa mais inteligente, todos os dias.

2. 99U (YouTube) —  Insights aplicáveis sobre produtividade, organização e liderança para ajudar as pessoas criativas a levarem suas ideias adiante.

3. Youtube EDU — Vídeos educacionais que não têm gatinhos bonitinhos entrando em caixas  —  mas que despertam conhecimento.

4. WikiWand — Uma interface nova e modernosa para a Wikipédia.

5. The long read (The Guardian) — Ensaios, perfis e reportagens que vão fundo.

6. TED — Ótimos vídeos para abrir sua mente para quase qualquer tópico.

7. iTunes U — Aprendizado “para viagem” das melhores universidades do mundo.

8. InsightfulQuestions (subreddit) — Discussões intelectuais que não são necessariamente ligadas a um ou outro gênero.

9. Cerego — Ajuda a confeccionar planos de estudo personalizados baseados em seus pontos fortes e fracos para ajudar a reter o conhecimento.

10. University of the People— Universidade online gratuita que oferece educação superior em vários canais.

11. OpenSesame — Mercado para treinamento online, com agora mais de 22 mil cursos.

12. CreativeLive — Faça aulas gratuitas sobre criatividade com os maiores especialistas do mundo.

13. Coursera— Em parceria com algumas das melhores universidades estadunidenses, o Coursera oferece uma imensidão de cursos gratuitos.

14. University of reddit — o produto do intelectualismo livre é um santuário para o compartilhamento do conhecimento.

15. Quora — Você pergunta, a internet discute – com grandes especialistas e fascinantes trocas sobre qualquer coisa.

16. Digital Photography School— Uma mina de ouro de artigos sobre como melhorar suas habilidades fotográficas.

17. Umano –Explore a maior coleção de artigos de áudio feitos por pessoas reais. O Dropox comprou a Umano. Brain Pickings é um ótimo substituto para o número 17.

17.1. Brain Pickings — Posts longos e profundos sobre vida, arte, ciência, design, história, filosofia e muito mais.

18. Peer 2 Peer University ou P2PU, é um projeto educacional aberto que o ajuda a aprender no seu próprio ritmo.

19. MIT Open CourseWare é um catálogo de cursos online e recursos de aprendizado oferecidos pelo MIT.

20. Gibbon— A playlist definitiva para o aprendizado.

21. Investopedia — Aprenda tudo que precisa saber sobre o mundo do investimento, mercados e finanças pessoais.

22. Udacity oferece aulas interativas online e cursos de educação superior.

23. Mozilla Developer Network oferece documentação detalhada e recursos de aprendizado para programadores web.

24. Future learn — aproveite cursos online gratuitos das melhores universidades e de organizações de especialistas.

25. Google Scholar  — fornece uma busca na literatura acadêmica, em todas suas disciplinas e fontes, incluindo teses, livros, resumos e artigos.

26. Brain Pump — Um lugar para aprender algo novo todos os dias.

27. Mental Floss — Teste seu conhecimento com fatos, trívias, testes e jogos que desafiam seu cérebro.

28. Learnist — Aprenda com uma curadoria da web, e de vídeos e livros, feita por especialistas.

29. DataCamp — Tutoriais online sobre ciência dos dados e R (pacote de softwares estatísticos).

30. edX — Faça cursos online nas melhores universidades do mundo.

31. Highbrow— Receba cursos condensados por e-mail.

32. Coursmos — Faça um microcurso quando quiser, em qualquer dispositivo.

33. Platzi— Aulas ao vivo sobre design, marketing e programação.

Quais das suas ferramentas de aprendizado favoritas não estão nessa lista?

“O que seria mais importante para alguém que quer aprender do que se tornar proficiente em pensar bem?” Peter Worle

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Cinco dicas poderosas para configurar o seu Web Analytics

Existem algumas dicas que você pode seguir para ajustar de forma precisa o seu Analytics para maximizar o valor desta ferramenta

As ferramentas de Analytics permitem coletar estatísticas de websites para responder questões fundamentais sobre a sua audiência e os seus interesses. Por exemplo, quem está visitando seu site? De onde eles vieram? O que eles estão fazendo no seu site?

Estas são informações bastante importantes, mas como você configura e utiliza estes dados?

Graças a experiência adquirida ao trabalhar com clientes de diversas indústrias, sabemos que ferramentas de Web Analytics são bastante eficientes para nos ajudar a responder estas questões. Existem algumas dicas que você pode seguir para ajustar de forma precisa o seu Analytics para maximizar (e muito) o valor desta ferramenta.

1. Mantenha seu Analytics limpo

Diversas áreas da sua performance digital podem ficar escondidas em um Analytics bagunçado, então vale a pena mantê-lo limpo. Sempre mantenha pelo menos uma visão limpa de todos os dados do seu website na sua conta do Analytics. Isso significa não ter filtros – só os dados como são coletados originalmente, com toda sua glória inalterada.

Porquê? Por que uma das características dos sistemas de Analytics é o de que, se você fizer uma mudança na visualização de seus dados, toda a mudança será aplicável apenas a partir daquele ponto, o que pode acabar causando perda de dados relevantes, caso você não seja cuidadoso.

2. Trackear e Taggear suas Fontes

As ferramentas de website Analytics automaticamente identificam os tipos diferentes de tráfego e suas fontes, mas o seu funcionamento perfeito depende da informação que a ferramenta consegue buscar das URLs que as pessoas estão utilizando para visualizar o seu site.

Então, munir as URLs do Analytics com mais informação, significa que você conseguirá ter um melhor e mais eficiente tracking. O próprio Google fornece uma ferramenta fácil de construção de URLs que faz com que adicionar informações às URLs seja um processo bem simples. Isto é feito através parâmetros UTM, que incluem informações sobre fontes de tráfego, tipos de campanha, nomes de campanha, etc... É importante ter certeza que a sua agência digital está utilizando URLs bem taggeadas. Mesmo quando utilizar links encurtados (bit.ly, por exemplo) as URLs originais devem incluir estes parâmetros UTM.

3. Definindo os Domínios e Subdomínios

Se o seu site tem múltiplos subdomínios, ativar a opção de mostrar o Domínio Completo na sua conta do Analytics fará a sua vida bem mais simples. O Google Analytics não faz isto de forma padrão, ele trata páginas com o mesmo nome em diferentes subdomínios como a mesma página.

Isto é bastante importante porque ele significaria que duas páginas, “exemplo.com/pagina1” e “subdomínio.com/pagina1” seriam exibidos como “/pagina1”no seu Analytics, dificultando sua análise. Você pode de resolver este ponto de maneira fácil, seguindo este passo-a-passo aqui. 

4. Mantenha tudo junto em um só lugar

Para conseguir os melhores resultados e análises com a informação que você tem sobre o seu site, você vai precisar combinar os dados do Google Analytics com outras fontes. O Google Analytics pode ser integrado facilmente com o Adwords e com o Google Search Console. Ao fazer essa integração, você consegue informações muito mais ricas sobre suas campanhas, atividades de search e performance de search pago.

Você talvez tenha que coordenar as agências com as quais você trabalha para implementar isto pela primeira vez, mas vale dizer que esta é uma atividade que só precisa ser realizada uma vez, e que vai te munir com dados valiosos sobre todas as suas atividades futuras. Você também pode ativar reports demográficos e por interesse no seu Analytics para conseguir mais informações sobre seus visitantes, e sobre quem eles são.

5. Use atalhos espertos

Nunca aconselharíamos cortar partes do trabalho em nenhuma atividade, mas existem alguns atalhos que você pode utilizar em Web Analytics. Uma vez que você identificou quais são os dados mais interessantes para você, é possível criar dashboards e atalhos que te levam diretamente para estes dados, fazendo com que a sua naegação seja mais fácil e rápida.

Dashboards são bons para representações visuais de dados (O Google Analytics tem um dashboard inicial com estatísticas chave do site que podem ser customizadas) mas se você faz download regulares de alguns dados, então recomendamos criar estes atalhos . Você terá que adicionar atalhos ao longo do tempo, mas é uma forma bastante prática de manter as coisas organizadas desde o início.

Estas dicas são algumas das coisas mais simples que encontramos, mas que farão toda a diferença ao utilizar o seu Analytics. Mas existem uma série de outras configurações que podem ser implementadas, melhorando e facilitando a sua vida com o Analytics de sua escolha. Como a maioria dos nossos clientes trabalha com o Google Analytics, focamos nossas recomendações nesta ferramenta, mas elas são facilmente aplicadas à outras ferramentas que você possa utilizar.

*Carol Lara é CSO da Mavens of London na América Latina

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Fuja da crise e amplie seus resultados

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Quatro maneiras de suprir a carência por especialistas em big data

McKinsey prevê que o gap de profissionais focados em grandes volumes de dados atinja 1,5 milhão até 2018 apenas nos Estados Unidos

Projetos de utilização de big data tendem a manter o ritmo de crescimento. Um relatório da IDC aponta que as ferramentas de análise de grandes volumes de dados crescerão 2,5 vezes mais do que os gastos com business intelligence (BI) tradicionais. Além disso, o mercado de soluções analíticas baseada em cloud viverá uma expansão ainda mais acelerada, de acordo com a consultoria. 

A alta demanda de um lado tende a gerar carência de outros. Estima-se que, apenas nos Estados Unidos, existirão nada menos do que 181 mil cargos orientados a análise de informações e um volume tão grande quanto esse para pessoas capazes de fazer gestão e interpretação de dados. A certeza é que não existe mão de obra suficiente para suprir essa carência.

Globalmente, o número ainda é maior. O Gartner aponta que a demanda por profissionais orientados a projetos de big data criou 4,4 milhões de postos de trabalho em 2015. A consultoria estima que apenas um terço desse montante foi preenchido.

Isso ocorre porque as funções requerem habilidades que vão além do uso de painéis para monitorar o fluxo de informações. É fundamental ter experiência para ajustar corretamente o que é relevante e definir parâmetros para estabelecer filtros e algoritmos. Esse conhecimento dificilmente se atinge com meras certificações profissionais. Muitas vezes, a exigência chega em níveis de mestrado ou doutorado.

Uma pesquisa da Burch Works publicada em 2013 identificou que aproximadamente nove em cada dez profissionais de big data tem, no mínimo, um título de mestrado, isso só considerando a quantidade de disciplinas que precisa dominar. A lista inclui temas como estatística, matemática aplicada, metodologias de pesquisas e/ou economia.

A McKinsey Global Institute prevê que o gap de profissionais orientados a iniciativas focadas em grandes volumes de dados atinja 1,5 milhão de especialistas até 2018 apenas nos Estados Unidos.

Como dá para ver, as oportunidades e os desafios tem grandes dimensões. Portanto, se você está procurando talentos para sua equipe, aqui vão quatro abordagens alternativas para encontrar, desenvolver e reter bons profissionais.

1. Escolha pessoas que conheçam o negócio de sua empresa/indústria

“Concordo que as habilidades necessárias são incrivelmente difíceis de serem encontradas’, comenta Nick Heudecker, diretor de pesquisas para gestão de informação no Gartner. “Muitas empresas não sabem o que procurar quando iniciam um projeto, muito menos onde encontrar esses recursos. Há dúvidas também sobre quais problemas encarar e que ferramentas serão necessárias para a tarefa”, adiciona. 

2. Desenvolva seus melhores talentos

Min Xiao, líder do time de engenharia de campo da provedora de software Tamr, cita que entrevistou cerca de 500 pessoas ao longo dos últimos cinco anos. Dessas, cerca de 50 foram contratadas. Ele concorda que é bastante difícil encontrar o profissional certo para projetos de big data. Por isso, aposta em seu próprio métodos para esses desafios.

“Procuro pessoas que não são superstars, mas que tem potencial para se tornarem. Tenho contratar muita gente jovem que nunca trabalhou como cientista de dados, mas que tragam características para desempenhar bem essa tarefa. Busco também profissionais de mid-level ou sêniores que também nunca atuaram nesses cargos, mas que tenham alto potencial de desempenhar bem a função”, detalha.

Particularmente, seu objetivo é por pessoas com formação orientada a estatística, ciências da computação ou algum curso focado em física. “Antes de mais nada, é preciso ser muito inteligente para se formar em física. Além disso, são pessoas treinadas em matemática e que, durante o curso, tem uma camada básica interessante de informática”.

3. Ninjas em Excel

Jason Chavarry, gerente do departamento de analytics da The Hershey Company, procura talentos em big data em outros lugares pouco comuns: usuários avançados de Microsoft Excel. “É um bom ponto de apoio. Pessoas ganham certas habilidades em manuseio de dados e tendem a ser solicitadas para ajudar em tarefas de outras áreas das empresas”, comenta.

“Se alguém demonstra capacidade de manusear bem uma ferramenta, possivelmente conseguirá desempenhar tarefas em outras”, pontua, reforçando que alguns projetos requerem ferramentas mais sofisticadas que outros.

4. Faça o talento brotar e crescer

A escassez faz com que muitas companhias tentem fazer brotar talentos dentro de suas próprias estruturas. Ashley Stirrup, CMO da integradora Talend, afirma que sua empresa vem obtendo bons resultados em projetos de big data a partir de programas de mentoria, no qual coloca jovens para trabalharem em conjunto com especialistas mais experientes.

“Há muitos conhecimentos que podem ser unidos a partir da construção de uma ponta entre profissionais de negócio e aqueles que conhecem novas tecnologias”, pondera, citando que muitas vezes um lado não enxerga o potencial das ferramentas enquanto o outro não identifica usabilidade para elas atividades práticas.

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Um balanço na árvore

Poucos empresários sabem que existem outras opções disponíveis no mercado e por isso se sentem obrigados a gastar quantias absurdas com softwares obsoletos, mal escritos e pouco funcionais, que necessitam de licenças periódicas, hardwares incrivelmente potentes, além é claro, dos consultores mais caros do planeta.

Este cenário existe ainda hoje com empresas adotando seus softwares de ERP (Planejamento de Recursos Empresariais), CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) e, claro, com soluções de BI-Business Intelligence (Inteligência de Negócios).

Verdadeiras fortunas são investidas e na maioria das vezes sem que sejam atingidos os objetivos propostos para o projeto. Normalmente estas soluções se limitam a fazer o mínimo necessário, cumprindo apenas com a parte transacional, por exemplo, emitindo uma nota fiscal, mas pecando com a parte analítica, por exemplo, com a falta de um painel interativo que informe em um único local, de forma visualmente clara e agradável, os totais de vendas de cada grupo de produtos, por filiais, ao longo do tempo.

Um balanço na árvore - Figura clássica para quem é da área da TI, mas, infelizmente, pouco conhecida por empresários.

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