Inteligência Competitiva: além de planilhas e softwares

O grande desafio profissional é mostrar que Inteligência Competitiva buscar analisar, avaliar, entender sinais de mercado, ou seja, o ambiente externo, não ser uma área de "pilotos de excel" ou de preparação de relatórios de "business intelligence".

Apesar da evolução contínua da área de Inteligência Competitiva nesta última década, um dos grandes desafios profissionais, é mostrar para os gestores onde um profissional ou um núcleo de Inteligência faz a diferença.

Muitas empresas querem começar de forma "pequena", tímida, em uma determinada área ou departamento da empresa, com um pequeno projeto, mas sem prover o profissional dos mínimos recursos para realização de um bom trabalho. Por vezes, difícil até a aprovação de uma assinatura de um jornal econômico diário.

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Empresas correm para ter aplicativos em tablets

Itaú, Bovespa e Amil criam programas; há 100 mil iPads e Galaxy no país 

Dez produtores faturam R$ 50 milhões em menos de um ano; produção supera a de celular com internet

Menos de um ano após o lançamento do iPad -e dois meses após a chegada do aparelho ao Brasil-, os aplicativos já representam uma indústria que movimenta R$ 50 milhões por ano.

Segundo a Folha apurou, o número abrange desde os aplicativos para consumidores finais colocados nas lojas Android Market, do Google, e App Store, da Apple, até programas encomendados por empresas para uso interno.

Entre os aplicativos corporativos estão software para automação de vendas, programas de cadastro de estoques, de relacionamento com clientes e fornecedores.

De acordo com o mercado, companhias já chegam a gastar R$ 3 milhões em um só projeto. Entre as iniciativas mais expressivas está o aplicativo da BM&FBovespa.

Na dianteira da "economia dos aplicativos" estão dez principais empresas brasileiras de desenvolvimento, como Hands, Fingertips, Gol Mobile e Digital Pages, que fez o aplicativo de navegação no iPad para a Folha.

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ONU publica documento com direitos e princípios da internet

A Organização das Nações Unidades - ONU, lançou na quinta-feira (31 de março), em Estocolmo, na Suécia, o documento “10 Direitos e Princípios da Governança da Internet”. O texto é uma idealização do Internet Rights and Principles, grupo formado por governos, sociedade civil e empresas no processo do Fórum Global de Governança da Internet (IGF), também da ONU.

Segundo a ONU, estes direitos e princípios são “um conjunto de padrões internacionais, que devem ser acolhidos para proteger e avançar nos direitos humanos na rede”.

Dentre os dez princípios e direitos estabelecidos estão a função da Internet  como veículo a promover a Justiça Social e a Diversidade Cultural. O documento incluiu também a Acessibilidade, para garantir o direito de todos à utilização da internet segura e aberta, como uma das suas diretrizes. De acordo com o texto, o ambiente online  deve funcionar como uma Rede de Igualdade e de Expressão e Associação.

Veja abaixo a versão em português na íntegra do documento elaborado pela ONU sobre os direitos e princípios da internet:

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MySQL 5.6, o que há de novidade?

Há pouco mais de um ano atrás, vimos a Oracle se pronunciar em uma palestra que foi chamada de State of Dolphin, na qual Edward Screven fez o lançamento oficial do MySQL 5.5 e comentou sobre o futuro do servidor de bancos de dados open source mais popular do mundo. Hoje, temos prevista uma nova versão, a 5.6, que traz grandes melhorias em relação às estratégias de otimização de performance. Não só para ambientes que utilizam o InnoDB Plugin como principal Storage Engine, mas abrangentes também a outros motores nativos como MyISAM, Archive e outros. 

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Oracle Business Intelligence agiliza tomada de decisões

Segundo a fabricante, a plataforma é ideal para a obtenção de análises, relatórios e indicadores confiáveis e em tempo real.

A Oracle Business Intelligence Enterprise Edition é uma plataforma de negócios com uma ampla oferta em capacidades de análise e relatório, fornecendo às empresas análises detalhadas e métricas de desempenho, e capacitando-as, assim, para a rápida tomada de decisões informadas, algo vital nesses tempos de economias variáveis.

Projetada para oferecer escalabilidade, confiabilidade e desempenho, segundo a  Oracle, a plataforma oferece contexto relevante e uma maior compreensão dos processos de negócio às empresas, seja qual for seu porte, o que resulta em uma tomada oportuna de ações e decisões.

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A bolha da vez: momento atual tem indícios de excesso no crescimento de empresas de internet

RIO e NOVA YORK - A compra do Skype pela Microsoft por US$ 8,5 bilhões, na semana passada, acendeu a luz amarela entre investidores e analistas do setor em todo o mundo. A forte valorização das empresas de internet - lista que inclui Facebook, Twitter, LinkedIn e Groupon - tem preocupado especialistas, que veem nessa alta de preços os primeiros sinais de uma nova bolha da internet. O motivo do alerta remete à crise que as companhias pontocom enfrentaram em 2000: crescimento acelerado, executivos cada vez mais bem pagos e uma enxurrada de recursos financeiros, informa a reportagem de Bruno Rosa, Bruno Villas Bôas e Fernanda Godoy.

Apesar do temor, os dois momentos guardam diferenças. No fim dos anos 90, as companhias do setor ainda atravessavam a fronteira entre os mundos físico e virtual, com pesados investimentos em infraestrutura, exigindo alto nível de endividamento, e sem garantias de receita futura. Hoje, o modelo de computação na nuvem e softwares abertos exigem menos gastos, a publicidade on-line está mais madura e o tráfego de usuários é infinitamente maior.

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BI: firme e forte no mercado

Tendência de avanço, que foi de 13,4% em 2010 em relação a 2009, permanece em 2011.

O gasto global com software de Business Intelligence (BI), analytics e gestão de desempenho subiu 13,4% em 2010, atingindo a marca de 10,5 bilhões de dólares. Os números são do Gartner e refletem a força que BI vem ganhando ao longo de todo o processo de recuperação econômica, já que as empresas precisam de software para buscar eficiência administrativa e ganhar vantagem competitiva.

A tendência era verificada já no epicentro da crise. Em 2009, os investimentos totais em software empresarial caíram 2,5% em relação ao ano anterior, mas mesmo assim as vendas de BI cresceram, na época, na casa dos "dois dígitos baixos", de acordo com o o analista do Gartner, Dan Sommer. Além da demanda, a estratégia agressiva de marketing dos fornecedores de BI tive uma grande influência nesses números.

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